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Provedoria das Lezírias
Tipo: Fundo    Dimensão:    Datas:
História:
A Provedoria das Lezírias tinha como funções o arrendamento das terras, a arrecadação dos direitos reais e proceder aos reparos necessários ao bom cultivo das terras alagadiças que se situavam ao longo do rio Tejo. Era dirigida por um provedor, designado por "Provedor das Valas e Contador das Lezírias e Pauis" e constituída pelos almoxarifados de pão de Alcoelha, Azambuja, Barrocas da Redinha, Mesa Mestral da Ordem de São Bento de Avis, da vila de Benavente, Paul da Asseca, Malveira, Salvaterra de Magos, e Jugadas de Santarém. O provedor presidia a todos os aspectos económicos e contabilísticos da Provedoria, ordenando, através dos almoxarifes os pagamentos a receber e a efectuar e o contencioso relativo ao recebimento das rendas. O primeiro Regimento conhecido destes funcionários régios data de 1516, enquanto que o da Provedoria das Lezírias é de 4 de Fevereiro de 1576, completado pelo Alvará de 4 de Fevereiro de 1577. Com a criação do Real Erário, em 22 de Dezembro de 1761, a Provedoria das Lezírias sofreu alterações e ficou a depender hierarquicamente daquela instituição, através da Contadoria da Corte, Estremadura e Ilhas. Foi extinta pela Carta de Lei de 16 de Março de 1836, que estabeleceu a venda das suas terras, tendo sido arrematadas pela Companhia das Lezírias do Tejo e Sado, por Carta de 16 de Março de 1837.
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